quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Pensando Alto




Retorno

Não é amanhecer
Nem ainda entardecer
O sol é escaldante
A alma, arrepiante
E vem o cansaço
Instigante, descalço
Cansaço sem suor
Cansaço na mente
Cansaço sem dó
Quisera eu uma rede
Uma varanda, uma brisa
Seria como matar a sede
Seria sentir-se viva
Quisera eu um alento
Brincar ao relento
Ser criança de novo...

Anna Jailma

domingo, 10 de julho de 2011

Mulher acaba tendo que "comprar"




Estou no meu segundo mês do não ao consumismo e chego a triste conclusão que, para nós mulheres, é impossível não comprar o que julgamos supérfluo; porque simplesmente em alguns casos o fútil é útil...aff! Que crueldade dizer isso. Se um homem ler isso estamos perdidas. O texto corre o risco de ser impresso e distribuído em mesas de bar, onde eles se reúnem para comentarem "futebol e mulher"... Mas explico: que mulher vai conseguir não 'fazer unha' durante um ano? Que mulher vai passar um ano sem o básico pó para o rosto? Que mulher fica um ano com apenas o resto de um batom? Olhando bem racionalmente para estas questões, trata-se de coisas fúteis, dispensáveis; mas, para nós, mulheres de autoestima, amor próprio, que gostamos de nos sentir 'bonitas' - mesmo que não sejamos escravas dos rótulos do mundo da beleza - estes quesitos fazem parte do nosso kit de sobrevivência.
Com base nisso, acabei me rendendo a alguns pequenos consumos: um pó, dois batons e uma blusinha branca! Ops! A blusinha branca seria plenamente dispensável, não é?! É seria! Se não fosse eu ir para outra cidade e chegando lá acabar saindo a noite para uma festa...Precisei de uma blusa e comprei uma básica branca, somente para compor com a tradicional calça jeans. Hummm...é perdoável? Acho eu que sim.
Ainda estou me sentindo uma fortaleza no desafio do consumo, pois, realmente não tenho feito gastos plenamente normais para mulheres da minha idade, que me são tentadores e diários. Recentemente cortei o cabelo, mas, acredite, dispensei a escova tão básica. Não iria sair para nenhum lugar especial e pensei, "assim diminuo o gasto do corte". E reduziu mesmo. Paguei somente 10 reais pelo corte, já que fui com o cabelo lavado e a escova foi dispensada.
Quanto as unhas, estou regularmente cortando, limpando e usando base, em casa mesmo. Planejo que para meu aniversário irei a manicure usar uma cor diferente e fashion! (26 de julho).
Minhas amigas fazem verdadeira guerra contra meu desafio ao consumo. Elas chamam de "período de abstinência da Anna". Me informam sobre vestidos que juram ser "minha cara", me falam sobre cosméticos 'maravilhosos' e por aí vai...Mas tenho sido forte e - dentro dos meus limites de mulher - tenho conseguido pelo menos, consumir muito menos!

Anna Jailma

terça-feira, 17 de maio de 2011

Desafio de Consumo 1



Meu desafio - de não consumir até janeiro 2012 - iniciou em 1° de maio de 2011. Como primeira tentação à ser vencida, vejo as vitrines lotadas de roupas florais. Vestidos, camisões, saias, tudo lindooo, cheio de flores, como se fosse um jardim invadindo o mundo...
A loja Schalk até me ligou avisando que novos modelos chegaram, que tem peças em promoção...Mas estou resistindo bem esta tentação. Adoro flores, mas, ainda não me rendi as peças. Não estou entrando nas lojas, justamente para não comprar. É como quem faz abstinência de bebida: "evite o primeiro gole". No meu desafio é "evite a primeira loja". Porque depois de entrar na loja, somos levados ao provador e pronto, saímos de lá já enfeitiçados, com a peça escolhida no braço.

Anna Jailma - no desafio de consumo


Eu desafio minha vontade de consumir...

Depois de fazer e refazer cálculos de gastos mensais, de perceber que algumas roupas estão encalhadas no guarda-roupa, sem uso; que as adoradas bijouterias têm 'prazo de validade' resolvi lançar um desafio à mim mesma: não vou comprar nada que alimente minha vaidade pessoal, até janeiro de 2010.
Minha vontade de seguir e enfrentar este desafio foi reforçado por uma palestra que assisti no IFRN. A palestra foi sobre meio-ambiente, consumo desenfreado, etc. Um vídeo "A História das Coisas" foi apresentado e foi provado por A + B o quanto somos levados - como numa enxurrada - pelos comerciais e outros apelos do mundo capitalista; que nos induz a consumir, consumir...E a gente segue achando que é preciso "consumir para ser bonita", "consumir para ser respeitada", "consumir para impressionar", "consumir para melhorar a auto-estima", "consumir para ser feliz..." É um absurdo, mas, é verdade! Acreditamos mesmo nisso, como robôs bem controlados pelas ideias consumistas do mundo capitalista. E quais são os resultados? Digo já: o meio-ambiente em guerra com a humanidade, transformando nossas agressões em tsunamis, terremotos, falta d'água potável, etc. Além disso, temos uma humanidade frustrada, que busca a felicidade em roupas, calçados e outros acessórios da beleza, mas sente-se infeliz, vazia, escrava da depressão e outras mazelas da alma.
Meu desafio de não comprar até janeiro do próximo ano, parece fácil; mas, não é. Vou passar duas grandes festas da minha região - São João em São João e Festa de Sant'Ana em Caicó - sem comprar nadica de nada em benefício da minha vaidade. E depois destas festas vêm as festas de fim de ano - Natal e Reveillon - também sem comprar nada. O desafio está lançado e vou colocar aqui as tentações deste período, as vezes que sobrevivi e as que...escorreguei!
Vamos lá! Fica o vídeo para vocês entrarem no clima:


Anna Jailma

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Parabéns meu amor grande!


Hoje é aniversário de meu pequeno rei, SAUL. É meu amor grande, incondicional.
Ser mãe é "um divisor de águas". A gente sente como se fosse um rio transformando-se em mar; é tornar-se mais especial, é crescer por dentro, sentir-se verdadeiramente centelha de Deus, gerando vida. É assim que a mulher transforma-se em mãe.
Para Saul, todo amor que tiver nesta vida. Muita saúde e paz, que cresça por fora e por dentro, tornando-se um homem de bem, um cidadão, de caráter.

Anna Jailma - a Mãe de Saul

segunda-feira, 21 de março de 2011

Moda




O casal Obama está no Brasil. Além dos discursos inteligentes do presidente Obama, chama a atenção o visual elegante e descontraído da primeira dama americana, Michelle Obama. Mais chic impossível, até porque originalidade e elegância andam juntas. Ela mistura cores, dispensa saltos, tem um estilo próprio e nada sóbrio. A primeira dama dos EUA é alegre e mostra isso no que veste. Adorei!
Anna Jailma
Fotos: captadas da net via Google