"Pior do que ser escravo, é ser escravo e pensar que é livre." [Anna Jailma]
"VENETAS mistura poesia e músicas, idéias e sentimentos, caprichos, manhas e manias, sabedoria e loucura, inquietude e plenitude, força da terra e calor do sol. Venetas traduz meu olhar e meu coração, que observam o mundo, a vida, a existência e a essência; dentro e fora de mim. Todo mundo tem venetas e aqui estão as minhas..." Anna Jailma.
terça-feira, 1 de novembro de 2016
Harriet, uma mulher que de tanto libertar seu povo, foi apelidada de "Moisés"
Hoje – somente hoje – descobri a história de Harriet
Tubman, uma americana abolicionista, humanitária, olheira armada e espiã do
Exército dos Estados Unidos durante a Guerra Civil Americana.
Ela nasceu em 10 de março de 1913.
Mas escapou da escravidão, efez treze missões para resgatar cerca de setenta famílias e amigos escravizados,
usando a rede de ativistas abolicionistas e casas seguras conhecida como Underground railroad. Mais tarde, ela
ajudou o abolicionista John Brown a recrutar homens para a sua
invasão em Harpers Ferry, e na era do
pós-guerra foi uma participante ativa na luta pelo voto feminino.
Nascida
escrava no Condado de Dorchester, Maryland, ela foi espancada e chicoteada por seus vários mestres quando era criança. Ela
era uma devota cristã e experimentava estranhas visões e
sonhos vívidos, que chamava de premonições de Deus.
Em 1849, Tubman escapou para Filadélfia, mas logo em seguida voltou a Maryland para resgatar sua família. Lentamente,
levando um grupo de cada vez, ela tirou seus parentes do estado, e,
eventualmente, guiou dezenas de outros escravos para a liberdade, sendo por
isso apelidada de “Moisés”.
Viajando de noite e em segredo extremo, "nunca perdeu um passageiro". Suas
ações irritavam donos de escravos, e eles colocaram recompensas para sua
captura. Após a Lei do Escravo Fugitivo de 1850 ser aprovada, Tubman ajudou a guiar
fugitivos mais ao norte na América do Norte Brit e ajudou os
escravos recém-libertados a encontrar trabalho.
Quando a guerra civil começou, Tubman trabalhou para o Exército da União, pela primeira vez como cozinheira
e enfermeira, e depois como olheira armada e espiã. Sendo a primeira mulher a
liderar uma expedição armada na guerra, ela guiou o ataque em Combahee Ferry,
que libertou mais de 700 escravos. Após a guerra, ela retirou-se para a casa da
família na propriedade que tinha comprado em 1859 em Auburn, Nova Iorque, onde ela cuidou de seus pais
idosos.
Era ativa no movimento pelo sufrágio feminino até ficar doente, tendo que
ser internada em um lar para idosos afro-americanos
que ela havia ajudado a estabelecer anos antes. Depois que ela morreu, em 1913,
Tubman se tornou um ícone de coragem e liberdade americana. Em 20 de abril de
2016, o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos anunciou um plano para Tubman substituir Andrew Jackson na nota.
Anna Jailma
terça-feira, 11 de outubro de 2016
Memórias de uma Noite de Pijama
A famosa "Noite do
Pijama" que as crianças tanto gostam de participar na escola, não é
"uma noite"... São 24h.
No dia da noite do pijama
ele acorda pega uma mochila, abre gavetas sem que ninguém veja, e bota na
mochila tudo que ele leu - no recado da agenda - que precisa levar: cueca,
roupa, toalha...e não esquece do que nem está na lista da escola; ou seja,
gibis e desenhos que ele fez para mostrar aos colegas.
A mãe se deu conta que
perdeu o celular na véspera do dia da noite do pijama. Então o dia da noite de
pijama teve parte da manhã dedicada a buscar este celular, indo a vários
lugares pela cidade e por fim comprando um novo chip com número antigo na
Tim...Chegando em casa - pasme - ela acha o celular, numa caixa de brinquedos.
A medida que o dia passa,
tudo gira em torno da noite do pijama: a mãe substitui algumas coisas da
mochila ( porque nem sempre a escolha dele foi a mais certeira nas roupas
rsrs), organiza colchão, lençóis, travesseiro, sandália - tudo marcado conforme
a escola pede - e organiza o lanche.
Ela também se vira nas
obrigações domésticas e conversa no whatsaap com as mães dos colegas do filho,
tirando dúvidas entre elas; inclusive, dizendo as que nunca vivenciaram isso,
que - mesmo já tendo vivenciado ano passado - só vai dormir depois das 22h30
porque sabe que esta hora já vão estar se acalmando pra dormir por lá...e isso
é sinal que tudo correu bem! Ou seja, essa mãe não acalma as outras rsrs.
O pai viaja à trabalho e
pede notícias via whatsaap. A mãe vai fazer pagamentos e outras obrigações na
cidade vizinha, o filho fica com a babá. A mãe chega faltando trinta minutos
para entregar o filho na escola. E a corrida fica mais frenética: banho, vestir-se,
lanche na lancheira, lista dizendo a professora o que ele pode comer e o que
não pode, conferir tudo na mochila... E chega o táxi. O taxista dobra o colchão
e o filho grita "eu li nesse colchão que não pode dobrar...não pode
dobrarrrr" ...rsrs mas o colchão vai dobrado na mala do carro, até porque
não tem outro jeito rsrs.
Na escola, o filho se
despede, já sai correndo com os colegas e a mãe volta...tranquila?! Mais ou
menos, ela só dorme as 23h. Até lá estava no bendito grupo das mães da
turminha, colhendo notícias e esperando as fotos da festança na escola...que só
chegaram depois da meia-noite e ela só viu no dia seguinte, quando finalmente o
filho que dormiu fora, pela segunda vez, chega dizendo "tomara que Festa
do Pijama comece a ser toda semana"...
E no fim das contas, é uma aprendizagem: de autonomia, independência, e autoestima, para nossos filhos.
Anna Jailma
Foto ilustrativa
Foto ilustrativa
sexta-feira, 26 de agosto de 2016
Com o passar dos anos a gente aprende muito. Uma das aprendizagens mais
úteis é quando você percebe que não vale a pena perder energia ou
alterar seu humor com comentários negativos a seu respeito, que foram
feitos por pessoas sem a menor importância na sua vida. A pessoa não
ocupa nenhum espaço especial na sua existência, então, por que perder o
sorriso em nome da opinião dela? Não vale a pena.
E talvez, ela seja
apenas alguém triste que não consiga sair do poço que se enfiou e por isso não se conforma com a felicidade alheia. Pessoas felizes não espalham sentimentos ruins.
E veja bem: ninguém agrada todo mundo, nem Cristo agradou. Então siga suas metas, com foco na sua felicidade, pesando os prós e contras de suas decisões, e principalmente, fazendo escolhas que VOCÊ julga que são as melhores escolhas para sua vida.
E veja bem: ninguém agrada todo mundo, nem Cristo agradou. Então siga suas metas, com foco na sua felicidade, pesando os prós e contras de suas decisões, e principalmente, fazendo escolhas que VOCÊ julga que são as melhores escolhas para sua vida.
No fim dos anos, no fim da caminhada, você vai prestar conta entre você, suas escolhas e sua vida. Só.
Anna Jailma
quarta-feira, 6 de julho de 2016
Poesia da Imagem
Na poesia das imagens, o que você vê diz tudo. E a leitura vai depender da sua interpretação conforme o que você carrega em si.
Perdoai Senhor, mas adoro pisar na grama...
Anna Jailma
De Dentro pra Fora
É a essência que manda. O resto desmanda.
É o coração que rege. O resto, herege.
É o ser que vale. O resto, nem fale...
Anna Jailma
Amanhecer no entardecer
Se o entardecer é melancólico mas sua alma é pura alegria, você vai descalça, rindo e cantando.
Faz de conta, que é amanhecer!
Anna Jailma
Gentinha
Gente que afirma
e não confirma
Gente que diz
e desdiz
Gente que mente
que nem sente
Gente que manda
e desmanda...
NEM ESCUTO!
Anna Jailma
e não confirma
Gente que diz
e desdiz
Gente que mente
que nem sente
Gente que manda
e desmanda...
NEM ESCUTO!
Anna Jailma
De Mala Pronta
Aprenda: nem toda mala arrumada é de partida, pode ser de chegada. Nem toda partida é fim, pode ser um recomeço. Nem todo choro é de tristeza, pode ser até de alegria.
Nem toda derrota, é o resultado final da guerra...Pode ser apenas o saculejo que faltava, para os supostos perdedores se reerguerem mais fortes, e - pasme! - vencerem.
Né não?!
Anna Jailma
quinta-feira, 5 de novembro de 2015
Remodelando hábitos: homem X mulher
O assunto “violência contra
a mulher” ou a chamada “violência doméstica” implica muitos fatores e cada um
deles, envolve todo um contexto de educação, hábito, machismo, sentimento de
posse, e pasme: a forma diferenciada como nós mulheres educamos e cuidamos dos nossos filhos, geralmente diferenciando as tarefas entre filhas e filhos.
É comum ouvir a esposa
reivindicar a ajuda do esposo no cumprimento das tarefas domésticas. Mas esta
mesma mulher, geralmente não educa o filho do sexo masculino, criando nele o hábito de ter alguma
tarefa – por mínima que seja – no ambiente familiar.
Cabe também a nós mulheres ‘remodelar’. Precisamos acreditar, defender e transmitir a ideia que homem
pode – e deve – ajudar a cozinhar, a lavar louça, lavar as próprias cuecas,
varrer e passar pano na casa, colocar o alimento no próprio prato, colocar o
prato sujo na pia... É simples: ele trabalha fora, a mulher também. Ela tem as
tarefas domésticas, ele também.
Não é bicho de sete cabeças.
Pelo contrário: já pensou uma família onde todos colaboram na cozinha,
conversando, rindo, cozinhando, lavando louça, organizando o espaço? É simples,
prazeroso e aconchegante. Além disso, todo mundo colaborando, o resultado vem mais rápido e ninguém fica sobrecarregado ou estressado com acúmulo de obrigações.
Quando estes ‘detalhes tão
pequenos de nós dois’ forem solucionados com toda simplicidade que lhes cabe, o
restante flui naturalmente, principalmente o sentimento de respeito e igualdade de
direitos.
E se há respeito e igualdade
de direitos, a violência não entra neste contexto familiar.
Anna Jailma
Esponja
Há pessoas que absorvem o
que outros pensam, falam e determinam. E depois de absorverem, apenas
inundam-se com o pensar - e a determinação - do outro. Elas são meras esponjas.
Estão sempre à espera de um comando de voz. É muito difícil para elas
argumentarem, terem um pensamento independente. E por isso elas estão sempre a
procura do que o outro pensa, do que o outro fala, porque elas não agem, elas
somente reagem.
Há outras que analisam o que
vêem, pesquisam, duvidam, comparam, contextualizam o que escutam com o que
podem captar pelo próprio olhar. Estas pessoas vivem à mil por hora, parecem
estranhas no mundo que vivem e são pouco compreendidas.
As "esponjas"
dizem: por que elas insistem tanto em pensar, em questionar, em duvidar, em se
impor? Por que esta sede de viverem com tanta intensidade, sempre em movimento,
preocupando-se com tudo que os rodeia? Por que observam tanto o mundo, se mais
simples seria observar somente o próprio umbigo?
Ora, é tão simples: estas
pessoas não são "esponjas". Só isso: não são esponjas.
Anna Jailma
terça-feira, 20 de outubro de 2015
De Venetas
Vim aqui para dizer, só para dizer, que ainda tenho venetas...
Anna Jailma. #FelizDiadoPoeta
Anna Jailma. #FelizDiadoPoeta
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